Asteroids

Vetores brancos, gravidade zero e um cinturão sem fim.

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Tela do jogo Asteroids
Ano
1979
Fabricante
Atari
Criação
Lyle Rains & Ed Logg
Gênero
Tiro multidirecional
Hardware
Vetorial Atari (QuadraScan)
Jogadores
1–2 (alternado)
Origem
Estados Unidos

Best-seller da Atari em 1979, Asteroids usava gráficos vetoriais nítidos e uma física de inércia que tornava cada partida uma luta contra o próprio impulso.

Linhas de luz

Em vez de pixels, Asteroids desenhava formas com um feixe vetorial que percorria a tela ponto a ponto, produzindo linhas brancas afiadas e brilhantes impossíveis de reproduzir nos monitores comuns da época. A nave, os tiros e as pedras eram puro contorno de luz.

Física que te trai

A nave não para quando você solta o acelerador: ela desliza pela inércia, como no espaço de verdade. Dominar Asteroids é dominar o momentum — girar, dar um toque de empuxo e atirar antes de colidir com o que você mesmo colocou em movimento.

Suas iniciais na história

Asteroids foi o jogo que popularizou a tabela de recordes com três iniciais. Pela primeira vez, o melhor jogador podia 'assinar' a máquina com AAA — transformando o fliperama num ringue de orgulho local.

Campeão de bilheteria

Foi o arcade mais vendido da Atari, superando Space Invaders nos Estados Unidos, com dezenas de milhares de gabinetes. Seu apelo: regras simples, teto de habilidade altíssimo e a tentação constante do botão de hiperespaço.

Como jogar

  • ← / → (ou A / D): girar a nave
  • ↑ (ou W): empuxo
  • Espaço: atirar
  • ↓ / Shift / H: hiperespaço (salto arriscado)

Você sabia?

  • O hiperespaço teleporta a nave para um ponto aleatório — e às vezes te materializa em cima de um asteroide.
  • Jogadores descobriram que dava para 'acampar' e caçar os discos voadores por pontos quase infinitos.
  • Os gráficos vetoriais davam ao jogo um brilho que as fotos da época nunca capturavam direito.
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